Friday, July 21, 2017

Associações anônimas de ajuda mútua podem ajudar pessoas a se livrar de vícios

Sabe aquela angústia que você sente por ter um problema que não consegue solucionar sozinho? Pois bem, você pode ter certeza de que não é o único a passar por essa dificuldade. Nessas horas você pode contar com a ajuda de outras pessoas que tem um problema parecido com o seu. Grupos de pessoas têm se organizado para conversar e tentar solucionar os problemas pessoais de cada um, buscando, em grupo, ajuda ou conforto nas horas de angústia.

Essas associações anônimas de ajuda mútua, espalhadas pelo mundo todo, são formadas pelos mais variados tipos de pessoas. Normalmente sem distinções de cor, credo ou situação econômica, os grupos se organizam para dialogar e trocar experiências, ajudando-se mutuamente. As entidades são anônimas, não exigindo que você se identifique, e não impõem sua filosofia. Alguns exemplos de associações anônimas de ajuda mútua são os Vigilantes do Peso, que trata da alimentação e do controle do peso, e a Mulheres que Amam Demais Anônimas (MADA), que estabelece diálogos sobre a dependência do amor.


Existem associações anônimas de ajuda mútua para vários problemas humanos, entre eles narcóticos, neuróticos, psicóticos, fumantes, compulsivos por comida, jogo ou sexo e até para viciados em trabalho. Uma das mais expressivas e antigas associações desse tipo é a Alcoólicos Anônimos (AA). A entidade reúne pessoas para a discussão e experiências envolvendo o vício com bebidas alcoólicas e os problemas decorrentes do consumo do álcool.

Relacionar a troca de experiências contando com o anonimato foi a base dos princípios criados por dois americanos alcoólatras em, 1935, para fundar o primeiro AA. Eles elaboraram outros 12 passos que norteiam os processos de recuperação das pessoas que freqüentam os AAs, que passaram a servir de modelo para outras entidades criadas posteriormente. Segundo esses passos, a única exigência para fazer parte de um grupo, era admitir para si mesmo, a impotência diante dos vícios.

O AA se considera uma "irmandade", onde não há qualquer tipo de registro de membros e nem de freqüência. Nas reuniões, as pessoas se reúnem para falar sobre o que a bebida fez em suas vidas, quais as atitudes elas tomaram para ajudar a si mesmas e como estão vivendo hoje. Atualmente, estima-se que haja 2 milhões pessoas que freqüentem o A.A.

No site Alcoólicos Anônimos você encontra mais informações sobre essa entidade, além de poder localizar o AA mais próximo de você. O site disponibiliza uma lista com telefones e endereços dos AAs das principais cidades do Brasil, que também pode ser obtida através do catálogo telefônico da sua cidade.

Wednesday, July 19, 2017

As meninas entram na puberdade antes dos meninos

A maioria das meninas entra na puberdade uns dois anos antes dos meninos. Esse fato faz com que elas fiquem durante um bom tempo mais altas do que eles, que muitas vezes são chamados de "baixinhos" nessa fase. Juntamente com outras modificações do corpo, como o desenvolvimento dos seios e dos pêlos pubianos, a menina começa a adquirir altura.

De uma hora para outra, as calças começam a ficar curtas, os calçados a apertar e a menina tem a sensação de que seu corpo está desproporcional. Isso acontece porque as pernas e braços estão crescendo mais rapidamente do que o resto do corpo. Essa sensação de que o corpo está desproporcional desaparece em pouco tempo, quando as meninas começam a ganhar formas.

A maioria das meninas "estica" por volta dos 11 ou 12 anos, logo após o início do desenvolvimento dos seios. Esse crescimento geralmente acontece de maneira muito rápida. Os cinco centímetros que eram adquiridos por elas todos os anos antes da puberdade podem se transformar em até 15 centímetros.

Esse período de crescimento acelerado começa a diminuir assim que o corpo se prepara para a menstruação. Quando a menina começa a menstruar, ela terá atingido de 90% a 95% de sua altura adulta. As meninas não crescerão mais do que 5 ou 7 centímetros durante os dois primeiros anos depois da primeira menstruação.

O tamanho que a menina irá alcançar depende, em grande parte, da genética, ou seja, dos traços que ela herdou de seus pais, mas outros fatores também influenciam, sendo, portanto, difícil prever com exatidão de que tamanho a menina ficará quando for adulta.